Fotografia da Natureza por André Brito e Ana Esteves

Archive for Março, 2012

Ardea cinerea

A Garça-Real é uma espécie grande, 90-100cm, Com um pescoço patas e bico compridos. Apresenta o dorso cinzento e a parte inferior branca com pequenas listas pretas e tons cinzentos. A coroa é preta e o uropígio cinzento. Voa com as patas amarelo-alaranjado-escuro para trás e com o pescoço junto aos ombros.

Habita nas zonas húmidas,  margens de água doce, zonas pantanosas, lagoas, estuários e rios. É uma espécie gregária e pode formar grupos até 50 indivíduos. A Garça-real distribui-se um pouco por toda a Europa, embora as aves da Europa central migrem. reproduz-se  no Sudoeste da Europa.

Esta espécie alimenta-se de peixes e anfíbios que procura nas águas pouco profundas e nas margens.

Constrói o ninho numa plataforma de árvores, normalmente a grande altura. Efectua uma postura entre Fevereiro-Abril com 3-5 ovos.

Estatuto de conservação (Livro vermelho de Vertebrados): LC – Pouco preocupante


Ardea cinerea

A Garça-Real é uma espécie grande, 90-100cm, Com um pescoço patas e bico compridos. Apresenta o dorso cinzento e a parte inferior branca com pequenas listas pretas e tons cinzentos. A coroa é preta e o uropígio cinzento. Voa com as patas amarelo-alaranjado-escuro para trás e com o pescoço junto aos ombros.

Habita nas zonas húmidas,  margens de água doce, zonas pantanosas, lagoas, estuários e rios. É uma espécie gregária e pode formar grupos até 50 indivíduos. A Garça-real distribui-se um pouco por toda a Europa, embora as aves da Europa central migrem. reproduz-se  no Sudoeste da Europa.

Esta espécie alimenta-se de peixes e anfíbios que procura nas águas pouco profundas e nas margens.

Constrói o ninho numa plataforma de árvores, normalmente a grande altura. Efectua uma postura entre Fevereiro-Abril com 3-5 ovos.

Estatuto de conservação (Livro vermelho de Vertebrados): LC – Pouco preocupante


Actitis hypoleucos

 

O Maçarico-das-rochas é uma ave ligada a ecossistemas aquático que mede cerca de 18-21cm. Apresenta a parte superior castanha e a parte inferior branca. As malhas castanhas nos lados do peito formam uma linha clara ao longo das  dobras das asas. Têm umas listas oculares e superciliar bem marcadas. As suas patas podem ir de verde a quase castanho e são sempre curtas. O seu uropígio é castanho-amarelado.

Habita preferencialmente em margens de cursos de água interiores, pântanos de água doce, estuários, represas e lagoas. Procura alimento em águas pouco profundas e com algumas rochas. Esvoaça, com movimentos de asas pouco acentuados, comportamento este que lhe confere uma voo baixo normalmente junto à água. Habitualmente solitário, mas pode ser visto na companhia de outro individuo. É uma espécie que normalmente inverna no sul da península Ibérica, mas é residente em grande parte desta. Migrador no resto da Europa.

Alimenta-se de pequenos moluscos, crustáceos e insectos, que captura na água ou junto desta.

Utiliza uma cavidade no solo para o ninho onde efectua uma postura de Maio a Junho com quatro ovos.

Estatuto de conservação (Livro vermelho de Vertebrados): VU – Vulnerável


Actitis hypoleucos

 

O Maçarico-das-rochas é uma ave ligada a ecossistemas aquático que mede cerca de 18-21cm. Apresenta a parte superior castanha e a parte inferior branca. As malhas castanhas nos lados do peito formam uma linha clara ao longo das  dobras das asas. Têm umas listas oculares e superciliar bem marcadas. As suas patas podem ir de verde a quase castanho e são sempre curtas. O seu uropígio é castanho-amarelado.

Habita preferencialmente em margens de cursos de água interiores, pântanos de água doce, estuários, represas e lagoas. Procura alimento em águas pouco profundas e com algumas rochas. Esvoaça, com movimentos de asas pouco acentuados, comportamento este que lhe confere uma voo baixo normalmente junto à água. Habitualmente solitário, mas pode ser visto na companhia de outro individuo. É uma espécie que normalmente inverna no sul da península Ibérica, mas é residente em grande parte desta. Migrador no resto da Europa.

Alimenta-se de pequenos moluscos, crustáceos e insectos, que captura na água ou junto desta.

Utiliza uma cavidade no solo para o ninho onde efectua uma postura de Maio a Junho com quatro ovos.

Estatuto de conservação (Livro vermelho de Vertebrados): VU – Vulnerável


Loxia curvirostra (macho)

O Cruza-bico é uma ave robusta de tamanho médio (16-17 cm). Esta é uma espécie com elevado dimorfismo sexual. O macho apresenta uma coloração vermelho-sujo a alaranjado. As asas são castanho escuro e o uropígio laranja avermelhado. A fêmea é menos exuberante, apresenta uma coloração cinzento-esverdeado tanto na parte superior como na parte inferior. As crias são malhadas de castanho, branco e preto. A característica que mais  se identifica nesta ave é o bico, que se apresenta cruzado entre si.

Habita em florestas de pinhal. É uma espécie gregária que pode formar grupos de 1-15 indivíduos. Encontra-se bem distribuído na Europa, mas contudo existem zonas onde apenas é invernante e ocasionalmente nidificante.

Alimenta-se de sementes de pinheiro, apanha devido ao seu bico cruzado que serve para abrir as pinhas. As suas mandíbulas têm a capacidade de se afastarem lateralmente uma da outra, o que facilita a abertura a pinha e a remoção do pinhão. Contudo este tipo de alimentação trás-lhes problemas gástricos devido à resina inerente  à mesma, então têm a necessidade de ingerir pedras de argila que lhes facilita a digestão e impede que a resina cole o proventriculo e a moela.

Constrói o ninho em forma de taça na parte superior de uma conífera. Efectua uma postura (Janeiro-Abril), ocasionalmente duas com 3-4 ovos.

Estatuto de conservação (Livro vermelho de Vertebrados): VU – Vulnerável


Loxia curvirostra (macho)

O Cruza-bico é uma ave robusta de tamanho médio (16-17 cm). Esta é uma espécie com elevado dimorfismo sexual. O macho apresenta uma coloração vermelho-sujo a alaranjado. As asas são castanho escuro e o uropígio laranja avermelhado. A fêmea é menos exuberante, apresenta uma coloração cinzento-esverdeado tanto na parte superior como na parte inferior. As crias são malhadas de castanho, branco e preto. A característica que mais  se identifica nesta ave é o bico, que se apresenta cruzado entre si.

Habita em florestas de pinhal. É uma espécie gregária que pode formar grupos de 1-15 indivíduos. Encontra-se bem distribuído na Europa, mas contudo existem zonas onde apenas é invernante e ocasionalmente nidificante.

Alimenta-se de sementes de pinheiro, apanha devido ao seu bico cruzado que serve para abrir as pinhas. As suas mandíbulas têm a capacidade de se afastarem lateralmente uma da outra, o que facilita a abertura a pinha e a remoção do pinhão. Contudo este tipo de alimentação trás-lhes problemas gástricos devido à resina inerente  à mesma, então têm a necessidade de ingerir pedras de argila que lhes facilita a digestão e impede que a resina cole o proventriculo e a moela.

Constrói o ninho em forma de taça na parte superior de uma conífera. Efectua uma postura (Janeiro-Abril), ocasionalmente duas com 3-4 ovos.

Estatuto de conservação (Livro vermelho de Vertebrados): VU – Vulnerável


Loxia curvirostra (fêmea)

O Cruza-bico é uma ave robusta de tamanho médio (16-17 cm). Esta é uma espécie com elevado dimorfismo sexual. O macho apresenta uma coloração vermelho-sujo a alaranjado. As asas são castanho escuro e o uropígio laranja avermelhado. A fêmea é menos exuberante, apresenta uma coloração cinzento-esverdeado tanto na parte superior como na parte inferior. As crias são malhadas de castanho, branco e preto. A característica que mais  se identifica nesta ave é o bico, que se apresenta cruzado entre si.

Habita em florestas de pinhal. É uma espécie gregária que pode formar grupos de 1-15 indivíduos. Encontra-se bem distribuído na Europa, mas contudo existem zonas onde apenas é invernante e ocasionalmente nidificante.

Alimenta-se de sementes de pinheiro, apanha devido ao seu bico cruzado que serve para abrir as pinhas. As suas mandíbulas têm a capacidade de se afastarem lateralmente uma da outra, o que facilita a abertura a pinha e a remoção do pinhão. Contudo este tipo de alimentação trás-lhes problemas gástricos devido à resina inerente  à mesma, então têm a necessidade de ingerir pedras de argila que lhes facilita a digestão e impede que a resina cole o proventriculo e a moela.

Constrói o ninho em forma de taça na parte superior de uma conífera. Efectua uma postura (Janeiro-Abril), ocasionalmente duas com 3-4 ovos.

Estatuto de conservação (Livro vermelho de Vertebrados): VU – Vulnerável


Loxia curvirostra (juvenil)

O Cruza-bico é uma ave robusta de tamanho médio (16-17 cm). Esta é uma espécie com elevado dimorfismo sexual. O macho apresenta uma coloração vermelho-sujo a alaranjado. As asas são castanho escuro e o uropígio laranja avermelhado. A fêmea é menos exuberante, apresenta uma coloração cinzento-esverdeado tanto na parte superior como na parte inferior. As crias são malhadas de castanho, branco e preto. A característica que mais  se identifica nesta ave é o bico, que se apresenta cruzado entre si.

Habita em florestas de pinhal. É uma espécie gregária que pode formar grupos de 1-15 indivíduos. Encontra-se bem distribuído na Europa, mas contudo existem zonas onde apenas é invernante e ocasionalmente nidificante.

Alimenta-se de sementes de pinheiro, apanha devido ao seu bico cruzado que serve para abrir as pinhas. As suas mandíbulas têm a capacidade de se afastarem lateralmente uma da outra, o que facilita a abertura a pinha e a remoção do pinhão. Contudo este tipo de alimentação trás-lhes problemas gástricos devido à resina inerente  à mesma, então têm a necessidade de ingerir pedras de argila que lhes facilita a digestão e impede que a resina cole o proventriculo e a moela.

Constrói o ninho em forma de taça na parte superior de uma conífera. Efectua uma postura (Janeiro-Abril), ocasionalmente duas com 3-4 ovos.

Estatuto de conservação (Livro vermelho de Vertebrados): VU – Vulnerável


Passer domesticus (fêmea)

O Pardal-comum é uma das aves mais abundantes da Europa. Mede cerca de 14-15,5 cm. O macho apresenta um dorso malhado de castanho e preto, nuca castanho-chocolate e coroa cinzenta. O peito é cinzento e tem um babete preto que vai da garganta até ao peito. A fêmea é castanho-clara com dorso malhado. Tem uma listra superciliar clara e uma barra alar dupla.

Habita em quase todos os tipos de habitat. Pode ser encontrado em jardins, pauis, charnecas, rochedos, estuários, bosques, sebes e é muito frequente em zonas humanizadas onde forma grandes bandos. Pode ser observado durante todo o ano.

Alimenta-se sobretudo de sementes, insectos e bagas. Nas cidades procuram muitas vezes locais onde as pessoas se costumam alimentar, como cafés e esplanadas.

Constrói o ninho em forma de cúpula numa fenda de edifício ou por vezes em árvores. Efectua 3 posturas entre Abril-Junho com 3-5 ovos.

Estatuto de conservação (Livro vermelho de Vertebrados): LC – Pouco preocupante


Passer domesticus (macho)

O Pardal-comum é uma das aves mais abundantes da Europa. Mede cerca de 14-15,5 cm. O macho apresenta um dorso malhado de castanho e preto, nuca castanho-chocolate e coroa cinzenta. O peito é cinzento e tem um babete preto que vai da garganta até ao peito. A fêmea é castanho-clara com dorso malhado. Tem uma listra superciliar clara e uma barra alar dupla.

Habita em quase todos os tipos de habitat. Pode ser encontrado em jardins, pauis, charnecas, rochedos, estuários, bosques, sebes e é muito frequente em zonas humanizadas onde forma grandes bandos. Pode ser observado durante todo o ano.

Alimenta-se sobretudo de sementes, insectos e bagas. Nas cidades procuram muitas vezes locais onde as pessoas se costumam alimentar, como cafés e esplanadas.

Constrói o ninho em forma de cúpula numa fenda de edifício ou por vezes em árvores. Efectua 3 posturas entre Abril-Junho com 3-5 ovos.

Estatuto de conservação (Livro vermelho de Vertebrados): LC – Pouco preocupante